A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
"Martha Medeiros".
Talvez só se consiga o equílibrio depois de cortejar a insanidade...Pelo menos pra mim foi assim...aí a vida começa fazer sentido, aí vc começa a viver de verdade, esse nome é uma homenagem à música sereníssima do legião que diz bem isso...vale a pena conferir.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, transou bastante, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela. O rapaz ficou barrigudo, careca, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
(Luís Fernando Veríssimo)
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, transou bastante, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela. O rapaz ficou barrigudo, careca, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
(Luís Fernando Veríssimo)
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Mamãe, não quero ser prefeito
Pode ser que eu seja eleito
E alguém pode querer me assassinar
Eu não preciso ler jornais
Mentir sozinho eu sou capaz
Não quero ir de encontro ao azar
Papai não quero provar nada
Eu já servi à Pátria amada
E todo mundo cobra minha luz
Oh, coitado, foi tão cedo
Deus me livre, eu tenho medo
Morrer dependurado numa cruz
Eu não sou besta pra tirar onda de herói
Sou vacinado, eu sou cowboy
Cowboy fora da lei
Durango Kid só existe no gibi
E quem quiser que fique aqui
Entrar pra história é com vocês.
Pode ser que eu seja eleito
E alguém pode querer me assassinar
Eu não preciso ler jornais
Mentir sozinho eu sou capaz
Não quero ir de encontro ao azar
Papai não quero provar nada
Eu já servi à Pátria amada
E todo mundo cobra minha luz
Oh, coitado, foi tão cedo
Deus me livre, eu tenho medo
Morrer dependurado numa cruz
Eu não sou besta pra tirar onda de herói
Sou vacinado, eu sou cowboy
Cowboy fora da lei
Durango Kid só existe no gibi
E quem quiser que fique aqui
Entrar pra história é com vocês.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Porque a gente, alguma coisa dentro da gente, sempre sabe exatamente quando termina
Caio Fernando Abreu
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Ah eu não sou tão sublime assim, e nem tão forte assim, e além disso não preciso demonstar que sou tão forte mais, provar o que pra quem? Não preciso mais dessa máscara Graças a Deus, sim Graças a Deus sim, pq ele existe e eu não supliquei por ele nem por um minuto pra ele me ajudar a suportar uma dor insuportável, pelo contrário, inconscientemente falava Deus, se vc existe mesmo, eu não quero que apareça pra mim qdo eu estiver precisando de ajuda, não acho justo que as pessoas te procurem só qdo estão numa pior, porque assim vou achar que vc eh uma criação do homem pra sofrer menos, por isso numa crise fui me reconfortar com a minha mãe e uma amiga e elas me reconfortaram e sabia como tantas outras vezes que eu ia superar aquilo tudo ou achava que ia suportar, com as minhas proprias forças mundanas, eu já sabia dessa minha força, já tinha consciência que eu suportava, embora com dor muitassssssssss coisas, mas dai Deus mesmo, estando tudo quase bem, ou tudo voltando ao lugar, disse: "viu vou te revelar algo, algo do seu inconsciente, que vai te libertar dessa angustia interna de uma vida de 31 anos e assim me revelou", como quem não quer nada e me libertou, algo de dentro de mim mesmo, pois que sim, todos nós temos algo dentro do inconsciente ou da alma, como queiram intitular, que nos amarra e somente na hora certa, é que pode vir a tona. Deus foi como eu sempre imaginava que ele fosse, elegante e poderoso. Esse é o Deus que acredito.
o Abreu
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.
Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.
Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.
Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.
Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.
Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.
O Estado de S. Paulo, 3/4/1994
tá o Caio dispensa qualquer comentário.
Paris. # áhhhhh.
Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.
Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.
Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.
Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.
Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.
O Estado de S. Paulo, 3/4/1994
tá o Caio dispensa qualquer comentário.
Paris. # áhhhhh.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
"Apenas já não somos mais crianças e desaprendemos a cantar. As cartas continuam queimando. Eu tentei pensar em Deus. Mas Deus morreu faz muito tempo. Talvez se tenha ido junto com o sol, com o calor. Pensei que talvez o sol, o calor e Deus pudessem voltar de repente, no momento exato em que a última chama se desfizer e alguém esboçar o primeiro gesto. Mas eles não voltaraão. Seria bonito, e as coisas bonitas já não acontecem mais."
"guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo."
(CFA)
Gente o que é este homem como ele escreve jesussssssssssssssssssss
comprei um livro dele ontem pela net: Caio Fernando Abreu, não vejo a hora de chegar....
gente agora que notei que nem comentei que o dia do meu aniversário foi o meu melhor dia do ano, talvez o único dia bom do ano, pois sinceramente naum entrei com o pé direito esse ano e continuo nem sei com que pé mas enfim teve churrasquin aki em casa veio todo mundo e um pouco mais e pela primeira vez na vida me senti feliz nesse dia.me senti especial sabe.....mas só sabe so escrevi por obrigação mesmo pq hj eu to arrrrrrazadaaaaaaaaa...............................................................................................................................
domingo, 16 de janeiro de 2011
É Quase meia noite do domingo, raro eu estar acordada se estou em casa, naum gosto muito de ficar dentro de casa se eh pra ficar a noite vou dormir cedo pro tempo passar rápido, mas gente é muito mais gostoso dormir tarde né? ontem dormi as tres da mnha muito calorrrrrrrrrr, levantei tomei banho e fui dormir novamente, ai que delicia acordei as onze hjjjj, nunca consigo sempre pulo da cama as nove no domingo acredita? hj acordei as onze com aquela moleza gostosa no corpo, coisa que tbém qase nunca me acontece parece que já acordo tensa affffffffff, meu excelentíssimo pai acaba de chegar do mato grosso, cara ele foi hj e já volto, num deixou nem dar meia noite, mão de vaca igual ele, num paga uma diária de um hotel furreca nem fudendo........que diferença da filha que gasta dinheiro que nem àgua.(qdo tem né, claro!).gente tá um calor da p.hj de nvo, vou ter que tomar o terceiro ou quarto banho do dia. Meu pai nem me deu oi ainda, tá tirando as bota e tal...gente meu pai é uma figura única na vida...ele acabou de falar a mãe já tá dormindo? meu é meia noite.........rsrsrs ele não regula não. Mas enfim passamos o dia sem ele, que delícia, ele dá muito trabaiooooooooooooo, j´[a chegou apavorando querendo janta, meu é meia noite vai dormir.rsrsrsr aqui em casa é assim mesmo.........................acho que vou dormir senão vai sobrar pra mmimmmm bjãoooo boa semana a todosss gente e começa tudo traveis, mas tem feriado essa semana , ai eu odeio feriado, num gosto mesmoooooooooooooooo, eu sou louca né? mas eu gosto de trabalhar, faz bem pelo menos pra mim bjocas já falei demais, aproveitar que meu pai tá no banheiro e zarpar pra cama senão perigoso ele mandar eu fazer alguma coisa pra ele, to fora bjussssssssssssssss
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
“Porque, pra viver de verdade, a gente tem que quebrar a cara.
Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu.
Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar
no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa
terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no
fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível,
que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva
porrada, é passado pra trás, cai. Dói, ai, dói demais. Mas passa. Está
vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto agulha? Você ainda
vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que estou
falando a verdade. Eu não minto. Vai passar.”
"A depender de mim
Os psicanalistas estão fritos
Eu mesmo é que resolvo os meus conflitos
Com aspirina amor ou com cachaça
Os gritos todos virarão fumaça
A dor é coisa que dói e que passa
Curar feridas só o tempo há de
Toda regra para o bem da humanidade
É certo necessita de exceção
A depender de mim
Os publicitários viram bolhas
Eu sei como fazer minhas escolhas
E assumir os erros que lá vem
Se a alma finca pé os medos somem
Menino nunca deixe que te domem
Mau pai dizia o verdadeiro homem
Sabe o que quer ainda que não queira
Besteira é não seguir o coração
A depender de mim
Os padres e pastores serão tristes
Eu penso mesmo que deus não existe
E ainda assim quem sabe eu creia em deus
Se deus é o outro nome da verdade
Deste momento até a eternidade
Eu levo entre mentiras e trapaças
Besta felicidade frágil farsa
do que preciso riso preces e paixão"zeca baleiro"
Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu.
Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar
no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa
terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no
fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível,
que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva
porrada, é passado pra trás, cai. Dói, ai, dói demais. Mas passa. Está
vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto agulha? Você ainda
vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que estou
falando a verdade. Eu não minto. Vai passar.”
"A depender de mim
Os psicanalistas estão fritos
Eu mesmo é que resolvo os meus conflitos
Com aspirina amor ou com cachaça
Os gritos todos virarão fumaça
A dor é coisa que dói e que passa
Curar feridas só o tempo há de
Toda regra para o bem da humanidade
É certo necessita de exceção
A depender de mim
Os publicitários viram bolhas
Eu sei como fazer minhas escolhas
E assumir os erros que lá vem
Se a alma finca pé os medos somem
Menino nunca deixe que te domem
Mau pai dizia o verdadeiro homem
Sabe o que quer ainda que não queira
Besteira é não seguir o coração
A depender de mim
Os padres e pastores serão tristes
Eu penso mesmo que deus não existe
E ainda assim quem sabe eu creia em deus
Se deus é o outro nome da verdade
Deste momento até a eternidade
Eu levo entre mentiras e trapaças
Besta felicidade frágil farsa
do que preciso riso preces e paixão"zeca baleiro"
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
SOU ADVOGADA E DAÍ??????????????
Tem uma coisa que me incomoda e agora eu vou desabafar. Eu to com 31 anos, sou advogada, enfim parece que só essas caracteríscas eu tenho, sim pq ser advogada já virou característica nem profissão mais. Enfim mas a minha birra é a seguinte as pessoas acham que pq sou advogada, e ai elas presumem que sou inteligente, eu tenho que me relacionar so com pessoas "X", tomar atitudes "Y", frquentar os lugares "Z". Gente eu sei que sociedade existe e muita gente fala mal de muita gente, e muita gente se preocupa com a vida alheia, mas eu definitivamente num to nem aí pra vida de ninguém, e também dane- se não me comporto como uma mulher ideal de 31 anos.eu sou assim, simples mesmo, que num tá tá nem ai pra dinheiro e muito menos pra status, dinheiro só pra comprar meus caprichos pessoas como cigarro e tal e pagar as contas o resto, to nem aí pra dinheiro, nem gostaria de ganhar na mega-sena, pq dai parte da minha vida perderia o sentido visto que passo a maior parte dela trabalahando e tal pra pagar as contas e outra se me dessem o prêmio da mega-sena pra eu entregar minha cachorra priscila, não dava nem fudendoooo.....Olha minha visão de vida é muito mais ampla que isso aqui, um dia a gente vai morrer mesmo, e nem demora muito, por isso tento curtir a vida com as coisas que gosto, simples mesmo, e viu esqueçam por favor que sou advogada, sou uma pessoa, com sonhos e ideais como qualquer outra...
Amanhã é meu aniversário e eu sou de Capricórnio, me conheçam um pouco:
A Mulher Capricorniana e suas Características
Com grande parsimônia, vai deixando penetrar a Eros; logo, depois de longos prelúdios,que podem desconcertar a seu companheiro. Sem embargo, quando se entrega, o faz sem dúvidas.
Meditativa e calma, dedica-se com tenacidade às tarefas que empreende, escapa definitivamente dos moldes do "comum", e se envolve no maravilhoso véu do estranho.
Verdadeiramente inflexível em suas coisas, chega ao ponto de ir contra tudo, mesmo sabendo que não está certa; quando a afirmação que sustenta é correta, irá levá-la ao êxito, ao contrário irá teimosamente tropeçar contra todo o tipo de sérios obstáculos; porém persistirá apesar de tudo.
A seriedade de Saturno, uma vez alcançada a base, ou bem-estar material, dá campo às suas especulações filosóficas acerca da vida, das ciências ocultas, etc.
Detalhadamente meticulosa ao cuidar de seu lar, deseja que tudo marche com normas justas, impulsiona tenazmente a seu marido e filhos à consecução do triunfo; sabe se sacrificar se isso for necessário e pretenderá sempre que todos no lar sigam fielmente suas diretrizes.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
CHAPLIN
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
daqui 10 dias é o meu aniversário, 31 anos hein...e vcs acham que me acho velha? mas vá, nem, não acho mesmo, me acho gorda mas velha não, to bem, no auge da vida onde tudo é saúde, to sossegada, o dia do aniversário tbém não faz muita diferença, não é um dia exatamente como os outros, afinal é o seu dia e tal, mas sei-lá tanto faz to na paz.o importante é se sentir bem, né não?
Pelo menos descobri que minha companhia não é tão ruim assim, ou pelo menos dá pra me suportar digamos assim, qdo to down a internet é uma forma de fuga pra mim , aqui escrevo , leio, converso com os amigos, o cigarro é outro que não largo, qdo to fumando parece que to falando comigo mesma,.gosto de ler revista que fala de sexo, como emagrecer que fale de auto-estima e de moda, não dispenso também uma revista de fofoca, a vida dos famosos é algo muito interassante, me atrai mesmo aquele estilo, que me "minha vida está sempre bem" rsrsrs eu mereçooo...odeio pensar que tenho que caminhar,caminhar me angustia quero sempre voltar logooo,afffffffff to péssima pra finalizar os postssss.....
Hojé minha mãe me disse que me admira como sou bem resolvida, respondi pra ela que na vida tenho uma máxima, qdo acontece algo ruim ou pelo menos que desaponte, é sempre a mesma coisa, "primeiro vc se desespera, depois vc aceita e depois vc supera" então nem do tanta bola assim, pois é sempre a mesma coisa, então sempre passo com mais tranquilidade pelas coisas, não com menos angustia, mas talvez lidando melhor com a angustia pois sei que ela passa como tudo na vida.E assim to vivendo to na segunda fase querendo pelar pra terceira mas tudo tem seu tempo né....
domingo, 2 de janeiro de 2011
Metas para 2011.
Olha o ano passado minha única meta era sobrevier, tamanha era a maré braba que tava passando, talvez pq não tivesse qualquer expectativa boa....o ano foi excelente pra mim, muitas coisas boas aconteceram, pessoas especiais passaram por mim e apesar de não estar com a maioria delas, isso não as torna menos especiais pra mim, mas enfim esse ano de 2011, não sei, se continuasse como está já estaria de bom tamanho, a única coisa que espero que realmente aconteça é que eu emagreça, o resto deixa as coisas rolarem não é mesmooo.desejo a todos um ótimo 2011, que tudo pelo menos permaneça como está....rsrsrs.bjus
"Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que fosses ao meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreendes? Não queria pedir mais do que tinhas, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era teu. "
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