domingo, 1 de julho de 2012

os caras que me conhecem pela primeira vez,sempre me perguntam vc eh casada?
 e depois
 ja foi casada?
 me diz qual é a utilidade da segunda pergunta??
 kkkkkkkkkkk


Tô precisando refletir um pouco, as coisas vão ter que mudar....

quinta-feira, 28 de junho de 2012

domingo, 24 de junho de 2012

sábado, 23 de junho de 2012

Não, eu não sou fofa.

Tudo o que eu quero hoje é não ser incomodada, não ser vista, passar despercebida, tudo o que eu quero é levar minha vida com calma, do jeito que gosto e sem nenhuma pressão, não quero opiniões sem que eu pergunte, não quero telefonemas que não deseje, não quero pessoas por perto que não me traga algo de bom, no meu sentido bom de ser. Não quero dar satisfação, não quero ter horário pra voltar ou chegar. Sou uma pessoa que jamais vai interferir na sua vida a não ser que...você me peça e eu esteja disponível pra isso, ou se eu te amar muito e ver que você está prestes a fazer uma cagada quase irreversível.
Em troca? Só te peço o mesmo. Nunca interfira na minha vida, no meu ritmo,  a não ser nesses dois casos. Sou uma pessoa individualista, AMO A LIBERDADE, e não gosto de fazer as minhas coisas a dois, nem mesmo ir ao banheiro com a amiga. Gosto da presença do outro, ou dos outros, nos momentos em que sinto essa necessidade.Esse é meu jeito, e isso não significa que eu  não goste de você, mas simplesmente que tá tudo bem e que tudo que eu quero é passar despercebida.

Fernanda Mello - Crônicas Digitais:Criança

sexta-feira, 22 de junho de 2012


MANIA DE GATO 

É aquela velha história. Amor, pra mim, só dura em liberdade. Nasci pra ser livre e – quem quiser – que me aceite assim. Tenho um coração que quase me engole, uma força que nunca me deixa e uma rebeldia que às vezes me cega. Sou guerreira. Sou druida. Sou filha da lua. Quero sempre o voo mais alto, a vista mais bonita, o beijo mais doce. Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, só meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, às vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?

Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir por que o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, meu amigo, vá em frente!
"E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias.. Cinco dias! (...) 
 Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante". (Martha Medeiros).